sexta-feira, 25 de março de 2011

3OH!3


Desculpem o sumiço meio repentino, tenho tido muita coisa na cabeça. Coisas ruins, coisas boas e coisas muito boas, entre elas o show do 3oh!3 (lê-se three oh three)( aaaaaaaaaah! ainda não acredito que eu vou!).
A dupla norte americana formada por Sean  Foreman e Nathaniel Motte toca eletrônica, crunk-rock, eletrorock e dance. Existente desde 2004, o grupo passou a ser mais conhecido em 2008, depois do lançamento de Want, álbum de grande repercussão mundial que lhes rendeu uma indicação de Melhor Reveleção do VMA. Don't Trust Me e  Starstruk (com Katy Perry) são as duas faixas de maior sucesso do álbum. O grupo também gravou com Kesha uma participação em Blah Blah Blah e My First Kiss, esse no segundo álbum da banda, Streets of Gold, lançado em junho de 2010, no qual indico Touchin On My, Double Vision (vídeo) e I Know How to Say.
E é com a turnê do novo CD que eles vêm ao Brasil , São Palo (Via Funchal), Rio de Janeiro (Circo Voador), Porto Alegre (Bar Opiniã) e Curiba (Master Hall) são os destinos. Os ingressos variam de R$ 60 a R$ 225 dependendo do lugar. Camarote ou pista é o 3oh!3 e é por isso que eu vou, estou animadíssimas e não vai dar outra fã na Via Funchal. 
Beijos, Ma.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Bruna Legalzinha

Posso estar errada, mas nem a super divulgação por parte da mídia, nem as atuações perfeitas de parte do elenco, nem o apelo sexual, salvam Bruna Surfistinha do que eu chamo de filme ¨legalzinho¨.
 O formato da primeira cena do filme tinha tudo para funcionar, a introdução é narrada pela voz de Deborah Secco (bem, em um filme ruim) enquanto Bruna digita em seu blog e, aos poucos, a imagem vai mudando, e vira o fato narrado em si, pena que o formato não foi mais explorado. Uma menina nerd adotada que sofria bullying, foge de casa, vira prostituta, se dá muito bem, depois se dá muito mal, é um roteiro bastante previsível, o que, de maneira nenhuma exige um filme fraco, pelo contrário, já vi filmes de desfechos óbvios muito bons. Mas o erro do roteiro foi não deixar claro o gênero que pretendia dar ao filme, que tem como cruciais as cenas tristes, mas contém muitas (muitas mesmo) situações da cômicas, na sua maioria em cenas de sexo.
Eu saí da sala de cinema (esqueci de contar eu fui barrada, mas fiz aquele velho truque de comprar ingresso para outro filme e errar a sala) sem saber o que responder quando me perguntassem se como foi. Não foi, simplesmente. Não foi bom, não foi ruim. Ficou naquele meio-termo sem graça, onde ficam todos os filmes legalzinhos.
Pra quem tem curiosidade, sinceramente, espere passar na televisão.
Beijos, Ma.

domingo, 13 de março de 2011

A volta do gênio

Sábado, 12 de março de 2011, pela 13ª rodado do campeonato paulista, entravam em campo Santos e Oeste, num jogo que não deveria representar nada além de três pontos na tabela mas que recebeu uma atenção especial, isso porque Paulo Henrique Lima, mais conhecido como Ganso, voltava de uma lesão que o deixou longe dos campos por quase sete meses. O  meio campo do Santos havia sofrido uma contusão no joelho esquerdo numa vitória do time santista contra o Grêmio no Olímpico, válida pelo segundo turno do Campeonato Brasileiro do ano passado.
A expectativa da volta do craque era grande entre os torcedores que marcaram presença na Vila Belmiro, lotando pouco mais de 12 mil lugares. Num primeiro tempo sem gols e sem graça, salvo alguns lances individuais de ambos os lados, faltava um craque, alguém pra desequilibrar, pra fazer uma jogada inesperada. E ele entrou na segunda etapa.
Ganso gol santos (Foto: Ag. Estado)Aclamado pela torcida desde que foi anunciado no banco no início do jogo, Ganso entrou em campo com toda a sua genialidade e com pouco mais de 30 segundos corridos deu, do meio de campo, um passe perfeito para Zé Love na linha de fundo que tocou para Elano chutar e fazer. A torcida não podia ficar mais eufórica, mas ele conseguiu, fazendo aos 9 minutos da segunda etapa seu próprio gol, isso sem citar os inúmeros passes de letras, toques de calcanhar, jogadas entre as pernas do adversário, etc.
Ganso teve uma reestréia que para qualquer um seria um jogo fenomenal, mas para quem o conhece sabe que ele não fez mais do que sempre fez e é isso que o torna um jogador tão raro.
Bem vindo de volta Ganso, estava com saudades.
Beijos felicíssimos pela volta do meu ídolo aos campos, Ma.

sábado, 12 de março de 2011

Scary Black Swan

Muito, muito assustador.
Muito, muito, muito bom.
Sou muito suspeita para falar sobre filmes relacionados à dança em geral, são todos cinematográficamente lindos e sempre são da sala de cinema saltitando, aspirando à um palco imediatamente. Mas nesse, não.
Talvez se tivesse saído no meio da sessão não teria sido diferente de todos outros do gênero, mas é aí que o filme passa a se distinguir e vai se tornando mais interessante a cada cena. 
Nina (Natalie Portman, perfeita, merecendo todos os prêmios que ganhou) é uma bailarina que dedica sua vida à companhia, mas nunca obteve muito destaque. Eis que, na preparação do espetáculo da próxima temporada, O Cisne Negro, consegue atrair a atenção do diretor, Thomas Leroy (Vincent Cassel, muito bom) e recebe o desafiador papel do cisne, onde deve interpretar a mocinha e a vilã simultaneamente. Certinha, morando com  a mãe super-protetora de Nina, Erica (Barbara Hershey, odiosa, perfeita, dispensa comentários), Nina vira alvo de desconfiança dentro da companhia sobre sua capacidade para o lado negro do cisne, porém entra de cabeça nesse papel bipolar e passa a confundir real e imaginário, vida e espetáculo, fazendo com que sintamos também, no alto de nossas poltronas, todo o sue medo e sua angústia, sem desviar nem por um segundo nossa atenção da tela. Também é muito importante dentro da trama, Lily, (Mila Kunis, igualmente bem) uma bailarina descontraída nova na companhia que, tentando se aproximar de Nina, acaba, irracionalmente, se tornando sua rival.
Demorei um pouco para digerir o filme, mas dispensando maiores discursos, é tão bem feito que consegue ser maravilhoso e assustador ao mesmo tempo. 
Se prepare pscicológicamente para um filme muito forte que, ainda assim, se surpreenderá.
Vale a pena.
Beijos, Ma.

quarta-feira, 2 de março de 2011

The Big Bang Theory

Oi gente, hoje resolvei escrever sobre uma série que não tem nada de nova, (estreou nos EUA em 2007) mas que eu só comecei acompanhar agora. Era pra mim um daqueles seriados super chatos que não valem a pena at all, mas nunca tinha assistido um episódio inteiro até pouco tempo atrás. 
Trata-se de quatro amigos nerds, dos quais dois dividem o apartamento onde se passa a maioria dos episódios. Sheldon é o protagonista, chato, metido, competitivíssimo, egocêntrico e muito irônico, pode-se dizer que é uma versão geek de House então, imaginem. Leonard é seu melhor amigo, aquela criatura pré-destinada a aguentar tudo, tudo mesmo, porque além de dividir o apê, ambos trabalham no mesmo centro de pesquisa. Howard e Rajesh são os outros dois principais, além da divertida Penny, vizinha, garçonete e muito bem humorada.
Não vou acabar com toda a graça, mas a imagem descreve bem. Assistam!
Beijos, Ma.

terça-feira, 1 de março de 2011

Obrigada, Fenômeno!

Com todo o respeito ao Ronaldo, pelo o que ele representa não só no Brasil, mas no mundo todo, acho muito triste o encerramento de uma carreira incrível dessas ser assim, pressionado não por todo o bando de loucos, mas por violência e ameaças de uma parcela irracional dessa torcida enorme que tem o corinthians. No final é muito fácil falar que todos nós sempre o admiramos, mas e na hora que ele faz um golaço,o melhor estilo Ronaldo, contra o seu time? Porque eu lembro muito bem disso, no primeiro jogo da final do Paulistão de 2009, Fábio Costa que o diga!
Mas o que cria um ídolo é isso, a capacidade de dar emoção ao estádio inteiro, seja alegria ou raiva e talvez até inveja. Admitamos ou não, todos somos gratos a ele, por nos dar títulos, tirar títulos ou só por nos deixar maravilhar pelo seu futebol. É triste que seja assim, mas despedidas só são tristes quando o passado valeu a pena e com o Fenômeno, sempre vale. 
Obrigada por tudo, Ronaldo Luís Nazário de Lima, vulgo Fenômeno.

Sumiço Justificável

Acho que faz mais de um mês que não entrava no blog, ou melhor, em nenhum blog.
Mas, resumindo essas últimas 4 semanas, eu voltei da minha viagem pra Floripa, morei na minha casa por mais 4 dias e agora estou morando em Recife (lembra quando eu disse que era meio nômade, no primeiro post?).
Colocando assim parece uma coisa muito repentina, mas já estava toda planejada. E nessa história de mudança estou ficando fera, já sei me virar um pouco e estou entrando de novo na rotina, o que na verdade não sei dizer se é bom.
Pensei em vários textos para o blog assim que a poeira, literalmente, baixou aqui em casa.
A aposentadoria do Ronaldo Fenômeno, o colégio novo e tudo que isso implica, A Viagem de Théo, cinema, novos blogs. Vou tentar ir postando aos poucos sobre tudo isso, mas hoje fica a dica do melhor blog (que já evoluiu para site) de tirinhas que eu já li.
O autor se chama Carlos Ruas, é ateu mas o site é cômico para qualquer um que tenha um pouco de bom senso. Ele explora as falhas das religiões e a concorrência entre diferentes mitos e personagens fantasiosos.
http://www.umsabadoqualquer.com/

Essa acima é uma das, senão a minha preferida. Vale a pena acompanhar, beijos! Ma.